FAQ

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TEM UMA QUESTÃO? VERIFIQUE ESTAS RESPOSTAS:

Reunimos aqui as principais perguntas sobre nossos produtos, serviços, fabricação própria, condições comerciais e meios de pagamento — tudo para facilitar sua decisão com total transparência.

Na WAISER, você conta com vidrarias volumétricas de fabricação própria, certificadas e com alto padrão de qualidade, além de condições comerciais competitivas e atendimento técnico especializado.

Não encontrou o que precisa? Fale com nossa equipe e receba um atendimento ágil, consultivo e totalmente dedicado à sua necessidade.

Na WAISER scientific disponibilizamos os seguintes Métodos de Pagamentos:

  • Boleto Bancário (DDA);
  • Depósito Bancário;
  • Transferência Bancária;
  • Pix;
  • Cartões de Débito ou Crédito;
  • Cartão do BNDES;

Consulte-nos outras opções…

Na WAISER scientific, além do ótimo atendimento pela nossa equipe qualificada, além da excelente qualidade dos produtos comercializados, nossos parceiros de negócios também tem acesso à DESCONTOS ESPECIAIS e SUPORTE no pós venda.

Possuímos à mais de 4 décadas, um Centro de Produção/Fabricação de Vidrarias Técnicas Científicas para Laboratório.
Nossa fábrica está situada na capital do estado de São Paulo e conta com a mais moderna infraestrutura e está equipada com os equipamentos de última geração.

Agende e Venha nos Visitar!

Prestamos alguns serviços nas áreas de:

  • Manutenção e Reparo em Vidrarias de pequenos e grandes portes;
  • Realizamos Calibrações volumétricas em vidrarias e emitimos Certificados Rastreáveis e Selo RBC/Inmetro;
  • Realizamos Manutenções Preventivas e Corretivas em Equipamentos de Laboratórios.

SAIBA MAIS +

Disponibilizamos aos nossos clientes alguns canais de contatos, como:

INFORMAÇÕES TÉCNICAS CIENTÍFICAS

Confira dúvidas técnicas sobre materiais para laboratório, com foco em vidrarias volumétricas, balão volumétrico e precisão analítica.

Caso não encontre a resposta que procura, entre em contato com nossa equipe especializada pelos canais oficiais.

As fontes pesquisadas não trazem ao certo o período e o povo que descobriu o vidro. Sabe-se, no entanto, que egípcios, sírios, fenícios, assírios, babilônios, gregos e romanos, já realizavam trabalhos com o vidro. Devido a isto não é possível atribuir à descoberta do vidro a um único povo e a uma única época. No entanto, numa das fontes pesquisadas, o historiador romano Pliny (23-79 AD), atribui aos fenícios a descoberta acidental do vidro.

Os povos da Mesopotâmia e os egípcios já conheciam as técnicas rudimentares de sua fabricação, em 2700 a.C.; pois em escavações arqueológicas nas proximidades de Bagdá fora encontrado um cilindro de vidro azul, datado daquele período. No Egito, o mais remoto exemplo de vidro é um fragmento também azul escuro, uma espécie de amuleto, onde está escrito o nome de Antef II, faraó da 11ª Dinastia (2133 – 1991 a.C.).

A arte do vidro floresceu no Egito no século 1500 a.C. Os artistas a serviço dos faraós da 18ª Dinastia conheciam a fórmula de uma pasta de vidro maleável, com a qual faziam contas de vidro e adornos pessoais. Algumas destas peças foram encontradas em perfeito estado de conservação, no sarcófago de Tutancamon. Os egípcios, primeiros a utilizar o vidro na fabricação de embalagens (vasilhas abertas como jarros e tigelas), também produziam recipientes para cosméticos, bálsamo e frascos para perfumes. Entre estes o mais comum era o alabastron, primeiro na forma de tubo, depois em moldes curvos, com duas pequenas alças, no estilo de ânfora grega. No alabastron guardava-se o col, tintura para escurecer as pálpebras e realçar o brilho dos olhos, utilizado por homens e mulheres da antigüidade em todo o Oriente.

Na Mesopotâmia, onde foram encontrados vidros com 4 mil anos de existência, a produção de melhor qualidade aparece no século VIII a.C., com peças assírias. Um vaso foi encontrado na urna funerária do rei Sargon II, que reinou na Assíria entre 701- 705 a.C. Nas tabuinhas de Assurbanipal (668- 626 a.C.) descobertas em Nínive, há referências às fórmulas de fabricação de vidro, em código só recentemente decifrado. Na Grécia dos tempos micênicos, foram encontrados vasos de vidro manufaturados com técnicas egípcias.

No Egito, na Mesopotâmia, Síria ou Grécia, a produção de vidro na antigüidade exigia grandes esforços dos artistas e operários, na sua maioria escravos. Os elementos básicos de sua composição – cálcio, cal e a barrilha, potássio – eram basicamente os mesmos de hoje, mas produziam vidro opaco e arenoso. Os fornos pequenos, o vasilhame de barro, a dificuldade para conseguir altas temperaturas e atingir o grau de fusão necessário dificultavam as tarefas. Com a técnica de fole aplicada ao forno, introduzida no Egito, conseguiu-se aumentar o calor e assim tornar a massa vítrea mais maleável – mas o vidro, até o séc. VI a.C., era produzido em escala reduzida para uso e adorno exclusivo dos nobres.

A descoberta da técnica do sopro (fabricação de vidro oco – garrafas, potes, copos, bulbos, etc.) na Síria e em Alexandria, quando Roma já estendia seu domínio sobre o Oriente Médio, marca um grande momento na história do vidro.

Entre centenas de vidros comerciais produzidos, o vidro boro-silicato código 7740 é o que mais se adapta como ideal para a maioria das aplicações em laboratório.
Com as devidas precauções, ele suporta praticamente todas as temperaturas de uso normal em laboratório e é altamente resistente ao ataque químico. Seu baixo coeficiente de expansão permite que seja fabricado com paredes mais grossas, possibilitando boa resistência mecânica e razoável resistência ao calor. Além disso, é um vidro que pode ser fabricado mais facilmente que a maioria dos outros tipos, o que o torna mais econômico. Enfim, é o melhor tipo de vidro para aplicações em laboratório.

O vidro boro-silicato é fabricado a partir do 7740 com um corante vermelho para proteção contra radiação ultravioleta. Esta coloração vermelha é queimada na superfície exterior, resultando um produto tão durável quanto o vidro base.
O vidro boro-silicato Âmbar, fabricado com um corante à base de prata, possui as mesmas características.

A resistência dos diferentes tipos de vidros ao ataque de várias substâncias químicas é extremamente dependente dos valores de pH e temperatura daquelas substâncias. A melhor maneira de se determinar o tipo de vidro mais adequado é através do teste simultâneo.
No caso do vidro boro-silicato tipo 7740, a perda em miligramas de vidro removido, por cm² de área exposta ao reagente químico (mg/cm²), em 24 horas a 95°C, é:

  • Solução NaOH a 5% 5.0 mg/cm²
  • Solução HCI a 5% 0.005 mg/cm²

O ponto de tensão representa o limite extremo superior de utilização para vidros recozidos. A temperatura máxima de trabalho estará sempre abaixo desse ponto.

O ponto de recozimento é a temperatura localizada na extremidade superior da faixa de recozimento, na qual a tensão interna é reduzida a um valor comercial aceitável. Para evitar tensões residuais o vidro deve estão ser resfriados lentamente.
Em operação de recozimento, o vidro é lentamente resfriado partindo de uma temperatura acima do ponto de recozimento até algum nível abaixo do ponto de tensão.

O ponto de amolecimento é a temperatura na qual uma fibra de vidro de pequeno diâmetro as alongará por força do seu próprio peso. Acima dessa temperatura o vidro se torna mais maleável e se deforma por ação do seu próprio peso.
Como regra geral, o coeficiente de expansão indica a resistência a choques térmicos do vidro. Quanto menor a expansão, maior a resistência do vidro a mudanças bruscas da temperatura.

Procedimentos corretos de um bom laboratório exigem vidraria limpa porque qualquer trabalho, por mais cuidadoso que seja executado, resultará errado se utilizar vidraria suja. Em todos os casos a vidraria deve estar fisicamente limpa, na maioria dos casos deve estar quimicamente limpa e, em muitos casos, deve estar bacteriologicamente limpa e esterilizada.
Toda vidraria deve estar absolutamente livre de gorduras. O critério mais seguro de limpeza é a lavagem uniforme das superfícies com água destilada. Isto é especialmente importante em vidraria utilizada para medidas de volumes de líquidos.
Gordura ou outro tipo de material contaminante evitam que as paredes do vidro fiquem uniformemente molhadas. Isto por sua vez, altera o volume residual que adere ás paredes do vidro e isto afeta o volume entregue. Além disso, em pipetes e buretas o menisco sofrerá distorções e os ajustes não poderá ser feitos. A presença de pequena quantidade de limpeza de
impurezas pode também alterar o menisco.

  1. Quando lavar ou enxaguar pipetas, provetas ou buretas tenha cuidado para não deixar a ponta bater na pia ou na torneira. A maioria das quebras ocorre por esta razão. Muitos laboratórios acham que um material de proteção sobre as pias ajuda bastante.
  2. Segue tubos de ensaios, frascos e outros materiais, mantendo-os suspensos através de ganchos ou colocando-os sobre cestos com a boca para baixo e deixando-os secar ao ar ou ainda colocando-os em cestos para secarem estufa
    (*). A temperatura de secagem não deve exceder a 140°C. Antes de se colocar o material de vidro no cesto, cubra a base deste com uma folha de papel toalha absorvente, limpa e dobrada. Isso evitará que resíduos de sujeira fiquem na boca dos tubos.
    (*) Nunca aqueça diretamente o material de vidro vazio utilizado para medidas volumétricas Tal material deve ser secado à temperatura não maior que 80°C a 90°C.
  3. Seque buretas, pipetas e provetas deixando-as em pé sobre um papel toalha dobrado. Proteja o material de vidro limpo contra poeira. A melhor maneira de fazer isto é tapá-lo com um chumaço de algodão, rolha de cortiça, colocando um pedaço de papel grosso ao redor da tampa ou colocando o material em um armário á prova de poeira.
  4. Quando for armazenar as peças, coloque-as em suportes desenhados especialmente para elas. Assegure-se de que as peças não se toquem, para evitar choques mecânicos.
  5. Não armazene soluções alcalinas em frascos volumétricos ou buretas. Tampos e torneiras podem emperrar.

TIRE DÚVIDAS SOBRE VIDRARIAS VOLUMÉTRICAS, CALIBRAÇÃO RBC E PRECISÃO

Vidrarias volumétricas são instrumentos de laboratório calibrados para medir volumes precisos de líquidos, incluindo balões volumétricos, pipetas e buretas. São essenciais para análises químicas e experimentos que exigem alta precisão.

RBC (Rede Brasileira de Calibração) é a certificação que garante que a vidraria atende padrões nacionais de precisão e rastreabilidade metrológica. Cada instrumento recebe um certificado após testes rigorosos.

Precisão é vital para resultados confiáveis. Vidrarias com alta precisão evitam erros em experimentos, garantindo reprodutibilidade e conformidade com normas internacionais.

Procure o selo RBC e o certificado que indica volume nominal, classe (A ou B) e data de calibração. Esses instrumentos atendem padrões internacionais de laboratório.

ENTENDA TUDO SOBRE BALÃO VOLUMÉTRICO CLASSE A, TOLERÂNCIAS E CERTIFICAÇÃO RBC

É uma vidraria de alta precisão, calibrada para medir volumes exatos. Balões classe A possuem tolerâncias menores que classe B, garantindo máxima confiabilidade em laboratórios.

As tolerâncias variam conforme o volume, mas são rigorosamente controladas de acordo com normas RBC e ISO. Por exemplo, um balão de 100 mL classe A tem tolerância de ±0,12 mL.

Cada balão é testado individualmente por um laboratório acreditado RBC. Após aprovação, recebe certificado indicando conformidade, volume nominal e rastreabilidade metrológica.

Balões classe B possuem tolerâncias maiores, adequadas para trabalhos gerais, mas não recomendados para análises que exigem alta precisão ou padrões regulatórios.

FAQ COMPLETO SOBRE CALIBRAÇÃO DE VIDRARIAS LABORATORIAIS COM CERTIFICAÇÃO RBC E INMETRO

RBC é a rede brasileira de calibração que garante rastreabilidade nacional, enquanto INMETRO é o instituto nacional de metrologia que certifica a conformidade de instrumentos e padrões.

Depende do uso, mas geralmente a cada 12 meses ou após impactos físicos, exposição a produtos químicos agressivos ou qualquer alteração que comprometa a precisão.

É o registro que garante que a medida da vidraria pode ser rastreada a padrões nacionais ou internacionais, assegurando confiabilidade científica.

Use apenas instrumentos com selo RBC/INMETRO, mantenha certificados atualizados e siga protocolos de armazenamento e manuseio recomendados.

DÚVIDAS SOBRE VIDRARIAS LABORATORIAIS? VEJA RESPOSTAS TÉCNICAS SOBRE PRECISÃO, NORMAS E CALIBRAÇÃO

Os principais tipos incluem balões volumétricos, pipetas volumétricas, buretas e provetas. Cada um possui função específica e níveis diferentes de precisão.

São padrões técnicos, como ISO 1042 e RBC, que definem tolerâncias aceitáveis para volumes nominais, garantindo que cada medição seja confiável.

Sem calibração, instrumentos podem apresentar desvios, comprometendo resultados laboratoriais. A calibração regular mantém a confiabilidade e rastreabilidade dos dados.

Armazene em local limpo, seco, protegido de choques e variações térmicas. Evite quedas e arranhões, que podem alterar volumes e precisão.

SAIBA COMO ESCOLHER BALÃO VOLUMÉTRICO CERTIFICADO E GARANTIR RESULTADOS CONFIÁVEIS NO LABORATÓRIO

Procure sempre balões certificados RBC, classe A, com tolerâncias específicas e certificados atualizados. A confiabilidade depende da qualidade metrológica do instrumento.

Balões âmbar protegem líquidos sensíveis à luz sem comprometer a precisão, desde que sejam classe A e certificados RBC.

Não recomendado. O ideal é usar o balão mais próximo do volume desejado para minimizar erros e manter a precisão.

Em fornecedores especializados com histórico comprovado, como WAISER scientific, que fornece instrumentos certificados RBC e suporte técnico.

PERGUNTAS FREQUENTES SOBRE PIPETAS, BALÕES E VIDRARIAS COM PADRÃO METROLÓGICO

É um instrumento de alta precisão calibrado para transferir volumes exatos, essencial em análises quantitativas.

Classe A possui menor tolerância e certificado RBC; classe B é usada para medições gerais, com menor precisão.

Sim, devem ser limpas corretamente, verificadas periodicamente e recalibradas conforme recomendações do fabricante.

O certificado de calibração geralmente é válido por 12 meses, podendo variar conforme uso e normas internas do laboratório.

ENTENDA CERTIFICAÇÃO RBC EM VIDRARIAS E SUA IMPORTÂNCIA PARA RESULTADOS LABORATORIAIS

Ela garante que a vidraria atende padrões nacionais de medição, com rastreabilidade e confiabilidade para análises críticas.

Para trabalhos que exigem precisão, sim. Isso inclui balões volumétricos, pipetas e buretas utilizadas em análises químicas e farmacêuticas.

A RBC é independente e reconhecida nacionalmente, enquanto a certificação do fabricante não garante rastreabilidade oficial.

Reduz erros, aumenta confiabilidade e permite que os resultados sejam aceitos em auditorias e regulamentações internacionais.

GUIA FAQ SOBRE VIDRARIAS VOLUMÉTRICAS COM FOCO EM PRECISÃO, NORMAS E CALIBRAÇÃO

Instrumentos como balões, pipetas e buretas calibrados para medir volumes precisos, essenciais em laboratórios químicos e clínicos.

Escolha vidrarias classe A, com certificado RBC, mantenha correta calibração e siga boas práticas de uso e armazenamento.

ISO 1042, INMETRO e RBC definem tolerâncias, calibração e rastreabilidade de instrumentos volumétricos.

Não recomendado. Apenas vidrarias certificadas garantem resultados confiáveis, auditáveis e rastreáveis.